domingo, 4 de janeiro de 2009

Haja capim

Onde estão os postadores desse blog??? Cadê a veemência com que postavam antigamente?
O que houve com vcs?? As regras são boas, mas prendem demais as pessoas, e o que pensar da anarquia??? Enfim, chega de devaneios, e segue um texto que recebi, mas não sei se é vedade......


VALE PRA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL!!!!!!

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E HAJA CAPIM!!!


Feliz 2009 a todos!!!!

domingo, 9 de novembro de 2008

Fanboy SEMPRE!!!!

Caraca,

Claro que aqueles que escrevem nesse site (uma vez ao ano, ao que parece) sabem muito bem o que é um sabre de luz, quadribol, D20, Tia May entre outros, agora, para você que lê e não sabe nada disso aconselho assitir esse filme.

Caraca, muito bom, tomara que chegue para DVD ou qualquer coisa assim, muito bacana, imagino os idealizadores dessse site tendo as mesmas idéias ahahahahha

Sinceramente, fanboy!!!!!!!!!



Fanboys: Theatrical Trailer - HD

Fonte: Melhores do Mundo

Fwwww

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sensacionalismo?? Claro...

[modo rabugento on]

Realmente, esse caso do sequestro foi horrível, a policia agiu mal e terminou trágicamente.
Certo...

Mas agora, eu me pergunto, porque continuar com a cobertura..a ponto de chegar nisso:

Paraense de 39 anos recebe coração de Eloá (matéria retirada do site Diário da Manhã)

A paraense Maria Augusta Silva dos Santos, de 39 anos, acompanhou a tragédia de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos. Com problema congênito no coração, Augusta não saía muito de casa, onde costumava ficar em repouso. Faltavam-lhe condições físicas para trabalhar ou estudar. A TV e a internet, nos últimos dois anos, fase crítica da doença, faziam as ligações com os acontecimentos. Grudada na tela, ela assistiu às 100 horas do seqüestro de Eloá, alvejada na sexta-feira por dois tiros, um deles na cabeça. Na noite de sábado, Augusta ficou abalada ao saber da morte, mas seu coração - que andava meio fraco - bateu forte, cheio de esperança, no domingo, com outra informação: a família doaria os órgãos.

Augusta estava na fila do transplante cardíaco havia 18 meses. A média de sobrevivência é de seis meses. Ontem, um dia antes de completar 39 anos, arriscou: "Acho que vou ganhar um coração de presente de aniversário." Acertou. "Foi muita sorte", disse José Pedro da Silva, cardiologista que chefiou a equipe que transplantou o coração de Eloá no Hospital Beneficência Portuguesa, na zona sul de São Paulo, na madrugada de hoje. Silva é famoso por ter realizado o primeiro transplante duplo de coração e pulmão com sucesso da América Latina, em 1988.

"O mais curioso é que Augusta lembra muito Eloá", disse Silva. Augusta parece bem mais jovem. Ninguém diria que tem mais do que vinte e poucos anos. O cabelo, preto e comprido, a faz parecer com Eloá. Por sorte, as semelhanças foram maiores. O peso e o tipo de sangue, quesitos básicos para determinar a compatibilidade, também batiam. Augusta pesa 59 quilos, apenas dois a mais que Eloá. E o tipo de sangue, O+, é o mesmo.

"Às 9 horas da noite, tocou o telefone. Era o médico perguntando por Augusta, mas ela estava no banho", contou o namorado Stenio Garcia - ele se orgulha em ter o nome do ator -, de 25 anos. Quando deu o recado, Augusta ligou para a sobrinha que mora em São Paulo, Jeanne Rodrigues, de 26 anos, produtora de tevê. Pediu a ela que a acompanhasse ao hospital e que só avisasse o resto da família - o pai, a mãe, e mais doze irmãos - após o fim da operação. Augusta chegou ao hospital em menos de 15 minutos. "Como já esteve internada quatro vezes e freqüentemente passa por consultas, resolveu morar perto", disse o cirurgião.

Essa não é sua primeira cirurgia. Augusta nasceu sem o ventrículo direito. Aos 22 anos, foi operada e, com o tempo, começou a ter arritmias, até que os médicos a recomendaram um transplante. "Ela tinha tontura. Sua condição piorava a cada dia, mas como ainda não estava a ponto de ficar internada numa UTI, as chances de sucesso da operação são maiores", diz Silva. O risco de morte de um transplantado, em geral, é de 12%. No caso dela, é de 5%.

Augusta passou hoje o dia entubada, na UTI, consciente. "Antes de entrar na cirurgia perguntei a ela se não queria agradecer pessoalmente em público a chance de ter esse coração que abalou o Brasil", contou a sobrinha. "Ela disse que sim, mas que tinha muita vergonha. Mas com certeza foi o melhor presente que poderia ganhar no seu aniversário." Augusta deve ter alta em três semanas.

OK!!!!!! O Coração dela vai para uma Paraense de 39 anos...E DAí??????

Mas calma, não me entendam mal, acho muito bonito o fato dos pais da menina terem aceito doar os órgãos e que isso será um ótimo incentivo para a doação de órgãos no Brasil (Fato que não deixa de ser triste, é preciso uma tragédia par tranformar uma vítima em heroína que será um mártir para a doação de órgãos). Agora, quantas famílias doam os órgãos de seus parentes no Brasil, ou ainda pessoa que doa sangue e medula (você não precisa estar morto para isso). Acho um absurdo a cobertura da mídia para as pessoas que irão receber os órgãos da menina, deixem a família e a história dela passar...Eles precisam do luto, eles precisam do tempo.

Nada contra as pessoas que irão ser salvas pelos órgãos da menina, mas deixem isso para lá...por favor, prefiro que falem de alguma atriz que saiu pelada ou algum político corrupto (são coisas comuns mesmo).



Sensacionalismo é f***. Pior que eu sou fã da CBN, gosto muito de ouvir o estação mas ela me decepcionou muito quando fez uma reportagem sobre as pessoas que iriam receber os órgãos...Chega!!!!

[modo rabugento off]

Biblioteca da Corja - Livro 5

aeeeeee!!
Pode parecer incrível, mas HOJE vai rolar atualização n'A Sede da Corja, um blog mais esquecido que camisinha na minha carteira!!
Uhuuuu!!!
Podem contar que tem gente que ainda não desistiu dessa coisa monótona aqui!
Poderia dizer que foi porque um dos corjanos fez níver nesse intervalo, mas isso foi ontem e não sou um mentiroso safado cara de pau desse jeito... sou?
Mas, tudo bem, tudo bom, vamos ao que interessa! Passemos ao livro da vez!
Terminei de ler hoje, mais cedo, um livro escrito por Nick Hornby, chamado A Long Way Down.
Esse foi o livro que escolhi ler para começar a conhecer o trabalho desse autor, de quem já tinha ouvido algumas boas críticas e referências. Já tinha visto os filmes 'Alta Fidelidade' e 'Um Grande Garoto', ambos adaptados de obras homônimas de Hornby; depois, lembro de ler na veja uma resenha sobre o seu livro mais novo, 'Slam', e de como ele foi chamado de rei da referências ao mundo pop. Isso foi o que me chamou a atenção para ele, mas ainda assim não foi o suficiente para me motivar a comprar um de seus livros (seria suficiente se estivesse num período de 'entresafra', ou seja, com poucas coisas para ler, mas infelizmente não era o caso). A gota d'água foi quando vi uma pequena crítica na Superinteressante recomendando uma hq brasileira (chama-se Menina Infinito, se não me engano), dizendo simplesmente que trazia referências ao mundo pop quase tão boas como as de Hornby. Aí ele conseguiu ficar na minha cabeça e, alguns dias depois, quando estava brincando no site da amazon.com de "quais seriam todos os livros que eu compraria hipoteticamente naquele momento" (qual é? tem gente que brinca de roleta russa, daqueles jogos de bebida, eu tenho esse... sai caro, mas...), claro que tive de colocar um do Hornby na lista. Bom, resumindo, carência num fim de semana sozinho e cartão de crédito com limite mais alto que juízo na cabeça, semana passada, logo depois de terminar Os Portões de Roma, comecei a ler meu primeiro livro escrito por Nick Hornby!
E, garanto a vocês, não me arrependi. Lá estavam todas as referências que me foram prometidas, algumas que eu peguei - "não éramos, tipo, Daleks, que não podiam descer escadas" - e outras que nem saquei nada. Mas não era um livro apenas de referências. A história foi boa como um todo e bem escrita. Mas, para falar disso, acho melhor ser mais específico.
A Long Way Down é um livro sobre quatro pessoas, cada uma delas com seus problemas que, na noite de 31 de dezembro, resolvem se matar pulando de cima de um edifício. Poxa, como se matar é meio que uma coisa importante, escolheram um dos edifícios mais famosos de Londres (pelo menos no que diz respeito a pessoas se jogarem de cima famoso) e uma das noites em que mais gente sente suas tristezas e angústias exacerbadas para andarem esse último degrau. Resultado? Os quatro infelizes acabam se encontrando no topo do edifício e, seja pela situação comum, seja pela ausência de outras alternativas, essas quatro personalidades distintas se agarram e buscam decidir se vale a pena continuar a viver ou não. Aliás, daí vem o nome do livro: eles querem decidir se pegam o 'caminho mais longo para baixo', i.e., pela escada, e não o mais curto, que é pulando.
Cada um deles tem seus problemas, que podem parecer maiores ou menores para o leitor, mas ainda assim estão todos presos dentro de seu desespero. Martin era um apresentador de tevê, de um programa matutino, que, uma noite, dormiu com um menor de idade. O escândalo subseqüente, devidamente coberto pelos nem um pouco sensacionalistas tablóides ingleses jogou no lixo seu emprego, sua família e ainda rendeu algum tempo de cadeia. Maureen é uma simples dona de casa e mãe solteira que tem um filho que é um 'vegetal', que apenas respira, que precisa ser cuidado, alimentado, limpado, sem em momento algum dar um sinal sequer de que tem ou teve algum dia consciência da vida. O dia a dia de Maureen se resume a cuidar do filho e... mais nada. Jess, por sua vez, é a típica jovem rebelde. Não tem nada na cabeça, se relaciona mal com todos, principalmente seus pais e, num impulso, está no telhado com os outros. Por fim, JJ é um americano vivendo fora de seus país, ex-músico, viu a banda que era a coisa mais importante na vida se romper, sua namorada o largar e que não tem opçõs de vida, pois não estudou nem se preparou para mais nada que sua banda.
O livro é todo narrado por essas quatro personagens, que vão alternadamente, contando o que acontece, cada qual com sua ótica singular. Muitíssimo bacana a formas diferentes como cada um narra a coisa.
Mas o ponto forte da história mesmo é a impressão de realidade que ela passou. Não ´um livro de fantasia, ou uma aventura onde tudo se encaixa e dá certo no final. Não acontece aquela coisa de comédia hollywoodiana em que um tem a resposta para os problemas do outro ou que com a sua união eles são capazes de superar, ainda que de forma inverossímil, todas as adversidades.
Isso não acontece em A Long Way Down. Tampouco é o livro um thriller, daqueles suspenses cheios de reviravoltas e surpresas no final. Nada disso. Conta da forma mais verídica e pouco romantizada, mas sempre com um tracinho de ironia e amargura, a vida dos quatro would-be jumpers. Mas vcs têm que ler para ver como é. Garanto que é um refresco ler algo assim junto com minhas ficções científicas e romances históricos.
Ah, já to ficando sem ter o que falar. Não sou nenhum crítico para ficar discorrendo sobre estilo e tal, logo minhas resenhasihas são assim superficiais mesmo. Dessa vez ficou mais curta porque eu não encontrei nenhum ponto específico que quisesse comentar ou que tenha desgostado.
Recomendo o livro, mesmo. Aliás, teve algum que eu aind anão recomendei? Só advirto, o livro, mesmo com todasua ironia e observações sarcásticas tem toda uma motivação deprê, então pode dar aquele climão down quando estiverem lendo. Acaba dando motivo a se repensar nossas vidas e escolhas...
Bom mas eu sei com me animar! Já estou vendo qual dos outros livros do Hornby será meu próximo. Enquanto isso já peguei o próximo livro e vou terminar de ler meus scans da HQ Starman, de James Robinson. Essa eu ainda comentarei futuramente.
Abração
E que venha mais uma semana sem atualizations!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Biblioteca da Corja - Livro 4

Buenas Noches, cambada!


Passada já uma semana mais ou menos desde minha última participação por aqui e já tenho material para mais uma Biblioteca da Corja, a seção mais bacanuda desse brógui (também, ainda é a única coisa regular que temos por aqui!). Pelo menos, dessa vez, não demorou tanto quanto a última. E além disso, para a surpresa geral, alguns dos meus caros colegas da corja também se manifestaram nesse ínterim, não deixando que as teias de aranha virtuais voltassem a se formar.


Dessa vez, prometo tentar fazer duas coisas que me foram pedidas pelo IMENSO (a quem quero enganar) número de leitores daqui: ser mais curto (hoje até vai dar, porque não acho que tenha muito a falar desse livro e porque quero acabar antes de começar o CQC) e não contar o final do livro dessa vez (hmmm... não sei se está dentro das minhas capacidades).


O livro da vez se chama Os Portões de Roma, escrito por Conn Iggulden(!?!?) e é o primeiro livro de uma série chamada 'O Imperador'. A idéia é que a série conte a história de Júlio César desde sua infância até a morte. E tenho que dizer que é bem esse detalhe que me incomoda.

Os Portões de Roma, é, como já se pode imaginar um romance histórico, ou seja, se passa em algum ponto do passado e, em regra, tem por inspiração e grande atrativo contar fatos históricos na perspectiva de ums de seus participantes ou espectadores. Sou um gradessíssimo fã do gênero, e acho que o legal da coisa é a 'aula' de história que se acaba aprendendo com a leitura! São alguns detalhes que não se vê nas aulas de história na época do colégio, pois lá se vê apenas "Fulano foi rei de Fulanolândia", ou seja, uma parte mais geral; ao passo que nesses livros se encontram quem foram Sicrano e Beltrano, inimigos do Fulano, as batalhas travadas, como Fulano virou rei, etc.


Claro que se deve tomar cuidado com essa 'aula' de história, pois nem sempre ela é exata. Aqui entra a parte "romance" de romance histórico. Às vezes, por questões de narrativa, para contar melhor a história, o autor pode tomar certas 'liberdades' com os fatos, moldando-os às suas necessidades. De qualquer forma, no meu caso pelo menos, a leitura é suficiente para que eu me interesse pelo assunto e procure saber algo mais sobre ele, seja buscar um livro mais específico e mais compromissado com a realidade ou uma mera pesquisa na Wikipedia para saber se aquela batalha aconteceu mesmo.


São essas 'liberdades' narrativas que acabam me deixando com o pé um pouco atrás nesse livro. É que o personagem principal é Júlio César, então as mudanças que o autor faz são bem fundamentais na história de Roma. Ficaria mais contente se o livro fosse sobre um Caio, Tício ou Mévio qualquer de Roma, centurião de alguma legião romana e foi comandado ou amigo de Julio, como Bernard Cornwell costuma fazer (não sabem quem é o Cornwell? aguardem...). Da forma que ficou, achei meio contraditório: por um lado, existem várias passagens que falam do 'fogo' por trás dos olhos de Julio, de como já se pode imaginar que fará grandes coisas, etc.; de outro, ele fica quase uma marionete ou um João Bobo na segunda metade do livro, sem mostrar aquela iniciativa, força ou liderança que eu já esperava dele, pelo menos. Chegam a parecer dois personagens distintosm aquele que era super e o outro que fica deslumbrado com tudo.


Outros pontos que não me apeteceram (vomitando vocabulário, hein? blééééérg) foram algumas mudanças que achei muito forçadas se comparadas com a realidade. Primeiro, a morte do pai de Julio, que no livro, morre em batalha, mas segundo algumas pesquisas (tá, só a wikiédia...) as biografias de César feitas na época contam que ele morreu do nada, de repente, num dia de manhã enquanto calçava as sandálias. Tá, não é uma morte muito heróica ou marcante, mas é muito diferente da outra... A segunda coisa é que Brutus tenha sido um 'irmão' de criação de César, sem família e criado pelos pais de Julio. Posso estar muito enganado, mas segundo minhas fontes (wiki, de novo), isso não procede. Também entendo isso, para tornar a traição da morte de Julio César mais marcante ainda (até tu, Brutus?... lembram?). Uma terceira coisa que eu não havia gostado foi a redução da primeira guerra civil de Roma, entre Mário, tio de César, e Cornélio Sila, que se passou em alguns anos, para apenas alguns dias. Mas isso Iggulden se explicou na Nota história que ele faz no fim, então o perdôo... (tá, sei... quem sou eu para perdoar o cara... ponho-me no meu lugar insignificante qu eu mereço).


Uma coisa que eu achei bem legal foi a retratação do dia a dia e do pensamento da época. Essa é uma das coisas mais legais num romance histórico; ter-se um vislumbre de como devia ser a vida num momento distinto da história da humanidade, como era viver naquele período,os ideais e pensamentos do povo, etc. E olha que deve ser algo difícil de o autor traduzir em livro, pois, às vezes, as formas de se encarar a vida, o universo e tudo o mais das outras culturas eram (ou são) diferentes demais do que encaramos hoje, de forma que se acabam incorporando valores e pensamentos modernos os personagens da história. Na verdade, é praticamente impossível de filtrar totalmente os valores modernos, e, em alguma medida sempre acabam saindo alguns matizes mais atuais que estranhariam o homem passado. Para se ver isso, basta se comparar um livro moderno que se passa, p. ex. no século 19 e um livro escrito no século 19 (ainda vou comentar O Vermelho e O Negro e a forma de como a nobreza era encarada até por ela mesma e pelo povo, como melhores que os demais, a ausência de igualdade...).


N'Os Portões de Roma, achei que se pode ter uma idéia bem legal do cotidiano romano, a valorização da força e da conquista, a idéia de de nobreza dos cidadãos romanos de verdade em comparação com os demais, a valorização da limpeza e higiene, o sexo não sendo tabu e mais um prazer a ser desfrutado...


No fim, no fim, eu gostei do livro. Não é nada perfeito (mas qual livro é), nem empolga tanto quanto os do Cornwell (acho que teve menos batalhas, e as que teve não foram muito breathtaking), mas fiquei com vontade de ler os próximos. Quero ver como esse bad boy do César vai se virar ('Wanna see how this bad boy turns up!', referência a um episódio de Friends: quem disse e em qual?).


Bom, acabou ficando longo. Azar de quem tiver preguiça.


Até o próximo!!


Ciao!

sábado, 11 de outubro de 2008

Apenas um momento para reflexão......




A vida?


"A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, ja são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira.
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, já perdemos o amor da nossa vida...
Quando se vê, já , passaram-se 50 anos!
Agora, ? tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e
inútil das horas...
Seguraria o meu amor, que está na minha frente, e diria EU TE AMO...
Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido falta de
tempo.
Não deixe te ter alguém ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que ter, ser desse tempo que infelizmente... não volta
mais."


(Mário Quintana)



Quem se mata de trabahar merece mermo morrer. (autor desconhecido)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Problemas com Bebidas (ou com Ouvido? ou de Relacionamento? Ou do Ser Humano mesmo?)

Acabei de receber isso por e-mail, de um dos membros ativos (não passivo) da corja. Não entendo porque ele mesmo não posta isso. Muito boas essas tirinhas.

Essa especialmente porque remete a um problema muito sério da sociedade (comunidade, humanidade), a bebida (ou seria melhor o egocentrismo e narcisismo inato do ser humano que o impossobilita de se relacionar com a comunidade). - sem esses surtos filosóficos não poderia assinar o post.Queria poder citar o autor mas não sei quem é. Vocês que são mais cultos que eu referendem o criador dessa tirinha no coment.

Adiós chicos,

Yo