segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Biblioteca da Corja - Livro 2

Bom, tá na hora de comentar outro livro.

Bom, por ora, para fazer essa bagaça continuar andando, vou escrever, neste e nos próximos sobre algunslivros que li recentemente, até chegar aos meus atuais. Por recentemente, digo lidos até no máximo 20 ou 30 dia atrás, que são aqueles que eu continua com a história fresca na cabeça e dos quais posso comentar melhos.

Sendo assim, hoje passo a falar de Foundation escrito por Isaac Asimov. Acredito que não vou precisar falar muito do autor, porque é um dos mais conhecidos escritores de ficção científica(digo, era, porque já morreu), principalmente no que diz respeito à parte de robótica e vida artificial. Inclusive, um de seus livros, Eu, Robô, foi adaptado em filme algum tempo atrás. Não posso dizer mais porque esse foi só o primeiro dos livros dele que eu leio, então não sou tão, hã, versado em sua obra quanto sou na de outros autores.

Foundation, ou Fundação, em português, conta uma história de um Império Galático que já existe há cerca de 12.000 anos, mas que se encontra em decadência. Hari Seldon, o fundador de uma ciência chamada de psico-história, por meio de cálculos matemáticos de análises sociais foi capaz de prever a derrocada desse império e também que, até a formação de um novo império e de uma nova era de paz, passar-se-iam 30.000 anos de um período negro e bárbaro, com muitas guerras e obscurantismo. A fim de evitar essa demora, ele cria a Fundação, um depósito de toda a cultura da época, localizada em um lugar afastado na borda da galática e por meio da qual seria possível reduzir essa época negra para 'apenas' 1.000 anos. Para tanto, ele e seus assistentes arrajam de tal forma a criação da fundação para que os descendentes dos primeiros habitantes do planeta, quando apresentada alguma 'crise' que os ameaçe, não tenham escolha e ajam da forma como ele havia previsto. Nesse livro, constam cinco histórias que contam histórias do começo da fundação, e a primeira e segunda crises passadas pelos habitantes da fundação.

Bom a primeira constatação 'óbovia' é o paralelo com a queda do império romano. Fiquei muito orgulhoso de sacar isso, até ler na wikipédia que Asimov realmente se baseou em alguns livros que tratam da decadência romana para escrever fundação. Não fui tão esperto assim, afinal.

Mas o que me marcou muito é como o livro parece datado para um leitor (eu!) de hoje em dia nos dias atuais hodiernos! Digo com isso que o exercício de futurologia feito pelo Asimov quando escreveu o livro (na década de 50, acho) não foi tão acertado assim. A história, que se passa vários milhares de anos no futuro (até porque não acredito que a Terra seja capaz de desenvolver um império galático amanhã, então acho que foram bem mais que os 12.000 que o cara falou) e, de alguma forma, a tecnologia mais avançada do humanidade é a nuclear. É o ápice da humanidade. Sério, quem ler vai encontrar várias frases como "ah, eles não podem com a gente porque suas naves não são nucleares", ou "eles não tem mais acesso à tecnologia nuclear, então não são de nada". Sem contar a infinidade de tranqueiras nucleares 'inventadas', como facas, um campo de força portátil, armas, tudo movido a "reatores nucleares menores que uma noz". Sei... De outro lado, não há menção a computadores e eletrônicos (fora as televisões atômicas...), fato que só hoje em dia é impensável. Mas, se foi escrito na décado de 50, ainda é justificável o pensamento de que a energia atômica resolveria todos os problemas.

Ainda tem uma coisa muito estranha que o autor toma como pressuposto para o desenvolvimento da história, a qual ainda não engoli direito: a de que os mundos vizinhos ao da Fundação, na medida em que se libertam do governo central do Império e começam a se autogovernar, perdem o acesso à tecnologia nuclear, que passa a ser privilégio da Fundaçãoe do longínquo Império. Mas, peraí?!?! Não teve um idiota nesses mundos que estudou um tico de física. Poxa, os caras não foram capazes nem de manter o mínimo, os reatores que existiam antes? Num planeta inteiro não tinha uma universidade sequer, um cara qualquer que quisesse saber da coisa? Caramba, era a tecnologia mais poderosa a disposição e os caras perderam assim?. Asimov coloca que os mandatários desses mundos começaram a se preocupar apenas com títulos de reinado e nobreza e dominação dos mundos próximos, esquecendo de mater sua cultura (o tal período bárbaro que Hari Seldom havia previsto seria com a galáxia inteira assim), mas eu ainda acho que essa é uma ficção um pouco simplista e inocente.

Mas tudo bem, passo por cima de tudo isso para sacar a história, liberdade poética e coisas assim. O que achei interessante mesmo foi a forma como as 'crises Seldom' foram resolvidas pelos descendentes da Fundação. No primeiro caso, a fundação era minúscula, uma única cidade num planeta sem recursos minerais, mas com um tesouro em conhecimento para o primeiro que a subjugasse. Assim, ameaçada por quatro reinados a sua volta, a Fundação acabou fazendo prevalecer o medo de um contra o outro, fornecendo tecnologia aos quatro desde que nenhum a atacasse. E se um o fizesse seria, atacado pelos três restantes. Saída política brilhante. Depois, o fornecimento da tecnologia foi feito vinculando-a a uma religião que se espalhou pelos quatro reinos. Os sacerdotes eram treinados só na parte prática da utilização dos instrumentos (tipo: 'olha, vc reza e depois aperta esse botão'). Assim, a tecnologia continuava na mão da fundação, uma vez que os 'padres' não tinham conhecimento algum sobre como os aparelhos funcionavam, mas eram totalmente fiéis à Fundação, a sede de sua Religião, e portanto, faziam apenas aquilo que o chefe momentâneo da Fundação determinasse. Depois, quando a religião começou a encontrar resistência de novos mundos para se espalhar, entraram em cena os Mercadores, que vendiam a tudo e a todos produtos de tecnologia nuclear, que, por um lado, melhoravam a vida de todo o planeta, mas por outro, deixava o planeta à mercê da Fundação, pois ela mantinha o monopólio da tecnologia (apenas ela fazia mais coisas e era capaz de mantes e consertar seus produtos). (*Notem que não estou implicando com o fato de que as pessoas desses outros planetas poderiam, sei lá, estudar os equipamentos que compram, fazer um tipo de engenharia reversa e aprender a tecnologia nuclear da Fundação - aprendi com o autor e estou supondo que todos os seres humanos da galáxia são uns idiotas burros e incapazes... acho que Asimov imaginou que os primeiro colonos espaciais foram louras portuguesas que torcem para o curíntia!) (**hmm, fiquei com uma dúvida agora... se as louras são as 'burras' se comparadas às outras pessoas, logicamente as louras portuguesas devem ser inteligentes... corrijo meu comentário: os primeiros colonos espaciais foram portugueses E louras E torcedores do curíntia).

Esse foi o aspecto do livro que eu achei genial: seja pelo paralelo histórico, pois na humanidade o poder também começou nas mãos da Igreja, passando a prevalecer, posteriormente, a força econômica; seja pelo reconhecimento no livro do poder que a a informação e o conhecimento possuem. Hoje é comum se ouvir dizer que informação vale ouro, bem como se sabe o quanto o desenvolvimento de novas tecnologias pode enriquecer uma nação.

Bom o livro acabou nisso aí, com a instauração de uma plutocracia (não, não foi o Pluto do Mickey que foi eleito prefeito da Fundação .. ha..h..buáááá, que coisa horrível essa piada. A plutocracia (do grego ploutos: riqueza; kratos: poder) é um sistema político no qual o poder é exercido pelo grupo mais rico. Do ponto de vista social, esta concentração de poder nas mãos de uma classe é acompanhada de uma grande desigualdade e de uma pequena mobilidade - by wikipedia).

Pela trilogia escrita pelo Asimov, faltam mais dois (com esse, três. três=trilogia. sede da corja é falar o óbvio). Além deles, existem outros três livros da Fundação escritos por outros autores.

Não posso dizer que foi a melhor ficção científica que eu já li. Mas como eu apontei, tem seus pontos interessantes e acho que vou ler pelo menos o fim da trilogia do Asimov, até porque eu já encomendei o segundo da série. Será que eu vou gostar dos outros livros?~então não percam os próximos posts da Biblioteca da Corja!

Abração!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Mais quadrinhos!!!

Oba! agora eu consigo postar imagens!!!


Logo, aqui vão algumas tirinhas de quadrinhos que eu achei o máximo!





Tomara que tenham gostado de uma, pelo menos
Ciao!


Bibliotec da Corja - Parte 1


Bom, começando essa bagaça... Ontem...? Não, anteontem, à noitinha, terminei de ler o livro The Final Detail, escrito por Harlan Coben, e já posso escrever minhas percepções sobre o dito cujo.

Antes de mais nada, quero só dizer que não vou usar um sistema de notas ou coisa parecida, porque acho bem difícil colocar em números o que penso de um livro e, no final, acho que acabaria sendo injusto com alguns em comparação com as notas de outros. Prefiro dar minhas impressões e vocês que se explodam tentando saber se o livro é bom ou não.

The Final Detail é um livro policial e deve ser encarado como tal. Na verdade, a maioria dos livros que vão passar por aqui não são clássicos da literatura, nem seus autores ganharão o Nóbel de literatura; são todos livros para me divertir. E dentro dessa premissa, é muito difícil eu achar
um autor de quem eu goste tanto como Harlan Coben. Sério! Dos livros que eu leio, os seus estão entre aqueles que eu mais fico contente quando acho pego um novo e um dos que eu mais fico triste quando termino. No gênero de thrillers policiais, são alguns dos melhores que eu já li.

As tramas dos livros do Coben até que variam dentro de um padrão mais ou menos estabelecido: uma pessoa começa a ser assombrada por alum reflexo de um acontecimento passado, seja o marido que vê, pela internet, um vídeo recente de sua esposa falecida dez anos antes, seja o irmão mais novo que passa a desconfiar que seu irmão mais velho desparecido voltou, coisas assim. Na seqüência, essa pessoa começa a investigar, às vezes com ajuda ou não de terceiros, até que, de surpresas em surpresas, chega-se ao final da história, com toda a verdade revelada ao personagem principal e um final que é feliz, na medida do possível. Tudo isso recehado de constatações e comentariozinhos irônicos do cotidiano que não deixam de colocar um sorrisinho na boca do leitor durante toda a leitura. O que vale é que todos são bem escritos e "grudam" o leitor até o final da história; é difícil conseguir fechar o livro por alguns instantes apenas sem ficar com aquela coceirinha para ler um pouquinho mais (se bem que comigo é sempre assim, hehehe).

Um dos pontos legais que acho do autor é que ele não faz (pelo menos não me lembro de alguma vez) uso de um recurso literário que acho preguiçoso. É aquela coisa de o autor querer manter algum mistério na história deixando de contar quem é o vilão ou quem é determinado personagem, mesmo utilizando esse personagem ativamente na história. Para explicar, cito o exemplo do Código da Vinci, onde um vilão misterioso está sempre aparecendo, dando ordens a seus comparsas e até os matando, mas a gente apenas não sabe quem é porque o autos não conta nem o descreve. Acho bacana que nos livros do Coben, em geral a história foca apenas o personagem principal, sendo que o leitor apenas descobre o que está acontecendo na mesma ocasião que o 'mocinho' descobre, os eventos que acontecem off-stage, ou seja, fora da presença do 'herói', a gente não sabe. Nas poucas vezes que isso acontece, ele descreve o vilão e até dá o nome do fulano, trasnparência total.

Sobre o The Final Detail mais especificamente, ele é o sexto ou sétimo livro que o autor escreve utilizando os mesmo personagens. O "mocinho" principal é Myron Bolitar, um ex-jogador de basquete que era grande promessa durante a faculdade, mas que antes de estrear na NBA, sofreu uma lesão no joelho (como certas pessoas) e teve que abandonar o esporte. Formado em Direito (EEEEEEEEE), trabalha hoje como agente de atletas, negociando contratos e patrocínios para jogadores de basquete, futebol americano, basebol, tênis, etc. E, de alguma forma, ele aacaba se envolvendo com uma turminha que apronta altas confusões... digo, acaba tendo que dar uma de detetive para livrar a cara de algum cliente envolvido em algum crime. O cara é massa demais! Vale a leitura só pela auto-zoação que ele se faz o livro todo.

Myron sempre conta com a ajuda da sua secretária e amiga Esperanza e do seu amigo Win. Esse Win (o favorito do meu irmão) ou Windsor Horne Lockwood III é um colega de universidade de Myron, é ricaço, tem todo a pinta de mauricinho e é um psicótico (psicopata, sei lá... psicólogo, talvez...), com uma visão bem particular da vida. Ótimo lutador de artes marciais e atirador e faz o papel de seguranaça e sempre salvador de Myron quando a a situação encrenca. Na verdade, alguns bandidos só não acertam um a bala na cabeça do Myron porque têm medo do que Win pode fazer com eles depois. Minha cena favorita se dá em um dos livros quando um babaca qualquer, empregado da Máfia, está com Win numa sala, cada um apontando uma arma para o outro. O Cara convence o Win a largar as armas e decidirem na mão, para depois soltar algo como "seu trouxa, eu sempre tenho como regra não enfrentar caras maiores que eu " (e o cara era grande),ao que Win responde "é, e eu sempre tenho como regra carregar duas armas" e dá um tiro na cabeça do outro. Ele nunca entende porque Myron se complica ao não matar ou deixar que ele mate algum bandido que apareça no caminho.

Neste livro em especial o Myron, que estava viajando no Caribe, tentando esquecer alguns fatos ocorridos no livro anterior, tem que voltar correndo porque sua amiga esperanza foi presa acusada de assassinar um de seus clientes, um jogador de basebal. e Infelizmente, não posso contar quase mais nada porque estragaria demais a leitura de vocês.

...

É, me empolguei. Mas não tinha como não me empolgar falando desse autor. Recomendo muitíssimo os livros desse cara, entre os quais o The Final Detail. São bons demais!
Se alguém se interessar, eu sei que já foram publicados no Brasil os seguintes livros do Harlan Coben: Não conte a ninguém, Desaparecido para sempre, O inocente, Não há segunda chance e a Promessa (algo assim.. esse é o último livro do Bolitar, o único que eu ainda não li dele.. Não sei porque no Brasil publicaram primeiro o último... Editora idiota...).

Ah, só para fazer justiça, foi meu irmão quem trouxe a indicação desse autor para casa e tenho que admitir quefoi um ótimo achado. Todas as pessoas para quem eu já consegui repassar um livro dele gostou muito.

É isso aí. Aguardem o próximo livro.
Aguardo alguma indicação de alguém!
Aquele abraço

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Aquecimento Global!

Todos estão preocupados com o aquecimento global.
Se bem que, nem todos pelos mesmos motivos....


*tradução do peixinho: Mal posso esperar para que os níveis do oceano subam.... Eu vou morar naquela casa lá com a sacada!

by http://www.wulffmorgenthaler.com/

sábado, 13 de setembro de 2008

Biblioteca da Corja

AAAAEEEE!!
Como prometido, voltei para escrever mais!
Estive pensando e saquei uma ótima idéia para uns posts bem legais.
Na verdade, eu sempre tive a curiosidade de saber quantos livros eu leio num ano, de fazer um controle. Isso porque eu adoro ler. Pensem num cara que lê bastante. Então, acho que leio mais que ele. Sério! Posso não ser um grande esportista, nem gostar de direito, nem ser 'o cara' with the ladys, mas, por Deus, eu leio muito!
Anyway...
O que eu vou fazer é comentar os livros que eu acabar de ler, contar o que achei, se gostei, se não gostei, sei lá. Não sou nenhum crítico literário, só quero falar um pouco sobre os livros e quem sabe convencer alguém mais a lê-los e apreciá-los como eu (além dos meus irmãos, para quem eu sempre empurro todos os livros goela abaixo).
O ponto forte dessa idéia é que, ainda bem, não vai faltar material para esses posts. Garanto!
Ah, outra coisa bacan desses posts seria que os leitores que já leram os livros comentassem também suas impressões, bem como indicassem outros livros bacanas para que eu leia! EEEEE!!!

Tá, me demorei um pouquinho, então essa minha 'carta de intenções' fica por aqui e valendo por hoje.
Logo, logo comento o primeiro livro.
Até!

4 meses...

Quatro meses de blog (mais ou menos) e acho que está na hora de fazer um balanço.
E, cara, vou admitir uma coisa para os queridos leitores que se dão ao trabalho de entrar aqui (ou para só nós blogueiros, porque acho que apenas nós três entramos nessa joça): fazer blog é difícil para burro!
Sério!
Quando eu e meus amigos patetas tivemos essa idéia, não imaginava o trabalho que é fazer um único post.
E por post eu digo um de verdade. Não esses videozinhos, até bacanas, que andamos colocando por aí.
Coisas para falar não faltam. O problema é efetivamente sentar a bunda na frente do computador e escrever.
Estou disposto a mudar a minha postura quanto a isso.
Juro que vou escrever mais coisas.
...
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E ainda vou ser capaz de colocar uma foto num post.

Sonhar não custa nada.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Debate!!

Falando em época de eleição, um videozinho dos Melhores do Mundo!

Para mim foi inédito, espero que para vcs também!


A máquina do Armagedom

Hoje, quem entrou no "google" pode notar um logo diferente:





O "google" esta homenageando o funcionamento da máquina LHC (Large Hadron Collider) que foi ligada hoje. Muitas notícias sobre o assunto podem ser encontradas na net. Aqui, aqui e aqui.





É uma baita de uma máquina de 27 quilometros a 100 metros abaixo da terra, que se localiza parte na França e outra na Suiça. O brinquedo tem 9300 magnetos supercondutores no seu interior. A temperatura dos magnetos supercondutores será de aproximadamente 271 graus negativos, mas quando ocorrer a colisão de dois prótons, será gerada uma quantidade de calor de cerca de 100.000 vezes a temperatura do núcleo do sol. ("É fácil copiar esses dados da net =D").



Não vou explicar o funcionamento dela, mesmo porque eu não sei. Esse experimento tem vários objetivos, mas o mais importante de todos é criar uma desculpa. Isso porque (como alguns cientistas alegam) pode provocar o surgimento de "buraco negro" e consequentemente o fim do mundo. Estamos vivos por enquanto, mas isso não significa que estamos salvos, até agora não ocorreu nenhuma colisão entre as partículas.






Não vou opinar sobre o que pode ocorrer, também não faço nem idéia...... só queria dar um "chan" a mais na notícia =D. A única crítica que tenho é sobre o gasto de tal experimento, são 4 bilhões de euros gasto em algo que talvez não seja tão fundamental no momento, como o problema do meio ambiente e os problemas da Africa e tal.


Eu não consegui convencer a minha namorada para passarmos os ultimos momentos juntos. Fazer o quê né?

Star Wars - The Dance Off Contest

...
falar o que a respeito disso?
sério!
....
só assitam....


é....
bem....
pode ser que....
...
Tchau

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Tá, vou acabar com o meu post anterior!


Eu sei, era pra ter um post apenas, falando sobre estatística, mas eu tenho que postar isso agora senão não posto mais.

Se você sempre quis mas nunca conseguiu seguir uma ltra de música, principalmente se ela for em outra língua que você não domina (como o português)...

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!!

Um contato muito sigiloso deste blog, um leitor (a) (acho que a única então não fica difícil de descobrir quem é) anyway, essa pessoa me mostrou esse plug in (programinhas que deixam mais complicados programas que você já não sabe usar direito), baixado do site Vaga Lume.

ENTRA AQUI!!!! VAI VAI VAI!!!!!

É só entrar no site, clicar em download aqui, esperar baixar e executar o programa. Daí quando você abrir o Windows Media Player vai abrir uma janelinha de configuração desse vagalume. Escolha o que você achar interessante e pronto!!!!!!

Toda música que for tocar vai ter a letra aberta ao lado (no próprio WMP, ééééé masssaaaaaaaa). Claro, se você colocar para tocar aquela música tosca que você e seus amigos bêbados gravaram na frente do pc antes de ir para alguma festa, provavelmente não aparecerá nada.

Mas é bacana mesmo assim.

Att.

100% dos nossos posts de hoje são sobre estatística.

Pense sobre esse título, está errado? Manipulado? A questão da estatística é muito interessante,principalmente nesses tempos de eleição. Nessa época diversos gráfico e pesquisas saem falando das intenções de voto ou das pesquisas de satisfação, mas prestem atenção nesses gráficos.

Vejam as barras desse gráfico, o espaço ocupado pela barra com 15% tem mais da metade do espaço ocupado pela barra de 39%, agora, se me lembro bem de matemática 15 é metade de 30 e menos da metade de 39 né? Ou não, acho que preciso estudar um pouco mais.



Outro exemplo muito comum, no programa eleitoral do candidato X, se na semana A ele (candidato X) está ganhando por 10% as intenções de voto o gráfico mostra uma diferença muito grande dele em relação aos outros candidatos. Entretanto, na semana B essa diferença inverte e o candidato X perde de 10% para o candidato Y, o gráfico mostra uma coluna para o candidato X muito próxima da coluna do candidato Y, mas tem o mesmo intervalo do gráfico anterior.

Prestem atenção nisso.

Para refletir, fica um texto que recebi por e-mail muito interessante:

O TESTÍCULO DA MÃE

Luciano Pires

Seu pai e sua mãe têm dois testículos. Ambos de seu pai, evidentemente, já que sua mãe – se for daquelas mães tradicionais – deve ter nenhum. No entanto, estatisticamente posso fazer o seguinte enunciado:

- Seus pais têm, em média, um testículo cada um.

Imaginou a cena? Seu pai e sua mãe, cada um com um testículo? Parece absurdo, não é? Mas estatisticamente está correto. O erro então é de quem? Da estatística? Do estatístico? Ou da interpretação que costumamos fazer das estatísticas?

Nos períodos eleitorais as estatísticas ganham as páginas dos jornais e revistas e as ondas das rádios e das televisões. Principalmente através de pesquisas, instrumentos fundamentais para os marqueteiros que empacotam muitos dos punguistas candidatos.

Nas mãos de quem sabe usar, estatísticas são armas. Nas mãos de quem não sabe interpretá-las, são armadilhas. E nas mãos de quem sabe manipulá-las, instrumentos de poder.

O IBGE, por exemplo, anunciou algum tempo atrás o resultado de uma grande pesquisa sobre o perfil da população brasileira, revelando que somos um país que caminha para a maioria de negros. Mas quando verificamos as bases da pesquisa, descobrimos que, para efeito de classificação estatística, qualquer pessoa que não seja branca, é negra. Um negro casa-se com uma branca. Têm um filho mulato que, para efeito da pesquisa, é considerado... negro. O resultado estatístico é corretíssimo. Mas a artimanha da classificação em brancos e negros é questionável. Até mesmo moralmente. O filho do casal deveria ser considerado branco? Claro que não. Nem negro. Mas quem categorizou as – digamos – “etnias” não considerou os mulatos. Ou é branco, ou é negro. E o resultado da estatística está aí, sendo utilizado para propor políticas públicas, definir orçamentos, alimentar Ongs e as tais cotas raciais.

Outra pesquisa recente apontou que o Brasil é um país onde a maioria das pessoas é de classe média. Basta olhar a classificação utilizada para determinar “classe média” para entender os objetivos da pesquisa. Você acredita sinceramente que uma pessoa que ganhe um salário de mil e seiscentos reais é “classe média”? Para a pesquisa, é. E tome manchetes...

Em minhas palestras utilizo vários exemplos de como as estatísticas e os números absolutos são usadas para manipular a opinião pública. Um que gosto muito, pelo didatismo, capturei numa edição da Gazeta Mercantil de 30 de abril de 1999. O texto dizia assim: “O Indicador do Nível de Atividade da indústria paulista caiu 5,7% em março, em comparação ao mesmo período de 1998. Em relação a fevereiro, o crescimento foi de 2,67%.” Analisando o texto pela comparação março de 1999 com março de 1998, o título seria “Nível de atividade da indústria cai 5,7%”. Se a comparação fosse feita entre março de 1999 e fevereiro de 1999 o título seria “Nível de atividade da indústria sobe 2,67%.”. Qual título você acha que foi publicado? Claro que o “cai 5,7%”, não é? Título correto, representando uma verdade absoluta! Mas que ganha outro significado quando analisamos as tendências. Caiu? Caiu. Mas está subindo.

É impossível analisar uma estatística sem conhecer o contexto. É impossível contar alguma coisa sem defini-la, sem categorizá-la, sem traduzi-la para indicadores que possam ser medidos. E quem define e categoriza as coisas? Quem definiu que mulato é negro? Quem definiu que mil e seiscentos reais é padrão para classe média? E essa categorização foi feita com que objetivos?

Prestem atenção, meus amigos! Quem define e categoriza o que será medido pode manipular qualquer resultado estatístico.

Pode até colocar um testículo na sua mãe.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Beer, beer, beer!!

O loco!
dois posts sem video?
resolvo já a parada!

Com Mastercard!

Pensem nisso!!!!

*FRASE CERTA NA HORA CERTA, NÃO TEM PREÇO*


(Complementação inspirada pelo MASTER CARD)


Acordei com a maior ressaca e do lado da cama tinha um copo d'água e duas


aspirinas. Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.


O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete de minha mulher:


'Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado.


Beijos.'


Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim. Perguntei à minha filha:


- O que aconteceu ontem?


- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no


tapete da sala, quebrou móveis, mijou na cristaleira antes de chegar no quarto.


- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas


para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?


- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua


calça, você gritou:


- NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO!


Ressaca - 70,00 reais;


Móveis destruídos - 1.200,00 reais;


Café da manhã - 10,00 reais;


Dizer a frase certa no momento certo - NÃO TEM PREÇO!

Medicina e Bem-Estar

Esse é um artigo que recebi por e-mail, copiado da Revista Isto é. Muito interessante, mas a Psicologia vem fazendo isso há anos nos hospitais, finalmente perceberam que funciona.

Medicina & Bem-estar

Tratamentos para a alma
Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças

ADRIANA PRADO E GREICE RODRIGUES


Há uma revolução em curso na medicina que mudará para sempre a forma de tratar o paciente. Médicos e instituições hospitalares do mundo todo começam a incluir nas suas rotinas de maneira sistemática e definitiva a prática de estimular nos pacientes o fortalecimento da esperança, do otimismo, do bom humor e da espiritualidade. O objetivo é simples: despertar ou fortificar nos indivíduos condições emocionais positivas, já abalizadas pela ciência como recursos eficazes no combate a doenças. Esses elementos funcionariam, na verdade, como remédios para a alma – mas com repercussões benéficas para o corpo. No Brasil, a nova postura faz parte do cotidiano de instituições do porte do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, da Rede Sarah Kubitschek e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, três referências nacionais na área de reabilitação física. Nos Estados Unidos, o conceito integra a filosofia de trabalho, entre outros centros, do Instituto Nacional do Câncer, um dos mais importantes pólos de pesquisa sobre a enfermidade do planeta, e da renomada Clínica Mayo, conhecida por estudos de grande repercussão e tratamentos de primeira linha.

A adoção desta postura teve origem primeiro na constatação empírica de que atitudes mais positivas traziam benefício aos pacientes. Isso começou a ser observado principalmente em centros de tratamento de doenças graves como câncer e males que exigem do indivíduo uma força monumental. No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos. A partir daí, pesquisadores ligados principalmente a essas instituições iniciaram estudos sobre o tema.
Hoje há dezenas deles. Um exemplo é um trabalho publicado na edição deste mês da revista científica BMC Câncer sugerindo que o otimismo é um fator de proteção contra o câncer de mama. “Verificamos que mulheres expostas a eventos negativos têm mais risco de contrair a doença do que aquelas que apresentam maiores sentimentos de felicidade e positivismo”, explicou Ronit Peled, da Universidade de Neguev, de Israel, autor da pesquisa. Na última edição do Annals of Family Medicine – publicação de várias sociedades científicas voltadas ao estudo de medicina da família – há outra mostra do que vem sendo obtido. Uma pesquisa divulgada na revista revelou que homens otimistas em relação à própria saúde de alguma forma ficaram mais protegidos de doenças cardiovasculares. Os cientistas acompanharam 2,8 mil voluntários durante 15 anos. Eles constataram que a incidência de morte por infarto ou acidente vascular cerebral foi três vezes menor entre aqueles que no início estavam mais confiantes em manter uma boa condição física. Provas dos efeitos da adoção da espiritualidade na melhora da saúde também começaram a surgir. Nos estudos sobre o tema, a prática aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões.



A partir de informações como essas, os cientistas resolveram identificar o que levava a esse impacto. Chegaram basicamente a duas razões. Uma é de natureza comportamental. Em geral, quem é otimista, tem esperança e cultiva alguma fé costuma ter hábitos mais saudáveis. Além disso, essas pessoas seguem melhor o tratamento. “Uma postura positiva leva a gestos positivos. Os pacientes se cuidam mais, alimentam-se bem, fazem direito a fisioterapia, mesmo que ela seja dolorosa”, explica a clínica geral carioca Cláudia Coutinho.
A outra explicação tem fundamento biológico. Está provado que a manutenção de um estado de espírito mais seguro e esperançoso desencadeia no organismo uma cadeia de reações que só trazem o bem. “Se o paciente é otimista, encara um problema de saúde como um desafio a ser vencido. Nesse caso, as alterações ocorridas no corpo poderão ser usadas a seu favor”, explica o pesquisador Ricardo Monezi, do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. O bom humor, por exemplo, é capaz de promover o aumento da produção de hormônios que fortalecem o sistema de defesa, fundamental quando o corpo precisa lutar contra inimigos. Além disso, o riso provoca relaxamento de vários grupos musculares, melhora as funções cardíacas e respiratórias e aumenta a oxigenação dos tecidos.
É esse arcabouço de informações que permite hoje o uso, na prática, da espiritualidade, do otimismo, da esperança e do bom humor como recursos terapêuticos dentro da medicina. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisadores da Universidade do Alabama preparam-se para começar a aplicar um tratamento batizado de “terapia da esperança”. O sistema consiste em ajudar os pacientes a construir e a manter a esperança diante da doença. “O primeiro passo é auxiliá-los a encontrar um objetivo importante que dê sentido a suas vidas. Depois, aumentar a motivação para alcançá-lo e orientálos sobre os caminhos a serem seguidos”, explicou à ISTOÉ Jennifer Cheavens, da Universidade de Ohio e participante do grupo que desenvolveu a novidade. Essa construção é feita com base em técnicas usadas na terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é treinar o indivíduo a pensar e a agir de forma diferente para conseguir lidar de modo mais eficiente diante de condições adversas. O treinamento é feito com duas sessões semanais realizadas durante dois meses. A terapia será usada em portadores de deficiências visuais e nas pessoas responsáveis por seus cuidados. “Acreditamos que ela ajudará muito na redução da depressão e de outros problemas associados à perda da visão. Os pacientes ficarão mais motivados a lutar contra as dificuldades e a participar dos trabalhos de reabilitação”, explicou à ISTOÉ Laura Dreer, professora do departamento de oftalmologia da Universidade do Alabama, nos EUA.


IstoÉ Independente - Edição 2025 (Site Terra-23/08/2008)

E a sessão vídeos continua!

Um irmão faz falta mesmo, ás vezes.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cúmulo da Cara de Pau mesmo!

O cara mereceu!!! E como!!!!



Ahahahahha

Bem feito, mané!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

UUUUIIAAA!!!

Cara, essas passaram perto, muito perto!